A Adobe, seguindo sua estratégia de potencializar a marca Adobe Flash, lançou mais um serviço, que antes tinha o codinome de COCOMO e agora se tornou oficionalmente o Adobe Flash Collaborarion Service, também associando o nome à plataforma Flash.

O serviço é composto de componentes Flex prontos para desenvolvimentos de aplicações com foco em “social networking”, tais como:
E também de um serviço com a infraestrutura apropriada para servir estas aplicações, disponibilizada pela própria Adobe.
A idéia pretende facilitar a vida dos programadores com estes componentes prontos que portanto, irão diminuir radicalmente o trabalho de se construir ferramentas de colaboração.
Como não podia deixar de ser, o SDK do ADFCS também é open-source.
A primeira aplicação construída com AFCS foi o serviço ConnectNow, que está disponível gratuitamente (com limitações) no site Acrobat.con
Veja também esta apresentação da Adobe (em inglês) que fala um pouco mais sobre a iniciativa.
Até mais.
Muito está sendo discutido atualmente na web sobre o novo nome do Flex Builder.
A Adobe anunciou que esta mudança será feita na próxima versão do Flex, que agora se chamará Flash Builder 4.

Logotipo Flash, Flex e Air
Explicando melhor
De acordo com a Adobe, o Flex Builder foi uma ferramenta criada desenvolver RIA utilizando recursos do Flex SDK. Entretanto, com o passar dos anos, foi possível perceber que muitos desenvolvedores estavam programando puro AS3 utilizando o Flex Builder!
Opa! Mas puro AS3 o mesmo programador faz também utilizando o Flash IDE. Portanto, a Adobe resolveu unificar este conceito, afinal, AS3 é uma linguagem tanto do Flex como do Flash, mas a Flex SDK é exclusiva para desenvolvimento de MXML (e também com suas classes específicas), portanto, este framework não terá seu nome mudado. Portanto, agora fará muito mais sentido você se intitular “programador Flex” se você realmente desenvolve utilizando o Flex framework, do contrário, você será programador Flash, que pode utilizar o Flash Builder ou Flash IDE.
Então como ficou?
O Flash IDE se chamará Flash IDE mesmo (até então, a próxima versão será Flash CS5)
O Flex Builder, ferramenta de desenvolvimento, se chamará Flash Builder (na próxima versão, portanto, Flash Builder 4)
O framework Flex SDK se chamará Flex SDK mesmo, nada muda.
Sim, o Flash Builder ainda será baseado no Eclipse.
Então, a única coisa que irá acontecer é a mudança de nome, mais nada, pura estratégia de marketing da Adobe.
Eu concordo totalmente com a decisão, mas a Adobe tem um grande desafio pela frente com o paradigma “Flash é só pra designer”, o que deixou de ser faz tempo.
Alguns programadores Flex se surpreendem as vezes ao saber que a mesma linguagem utilizada no Flex é utilizada no Flash, e por experiência arrisco dizer que a curva de aprendizagem de alguém que vai do Flash pro Flex é maior do que o inverso!
Alguns esclarecimentos da Adobe aqui!
Um dos eventos que o componente TextField possui é o link.
Este evento é acionado quando o usuário clica em algum link que está no texto exibido pelo componente.
Para criar este link, você deve, no atributo “href”, inserir o evento com o texto:
var texto:TextField = new TextField()
texto.htmlText = "<a href='\event:teste.html\'>Pagina do link</a>";
Entretanto, existe um porém aí.
Ao clicar no link, para o evento ser acionado é preciso que o componente TextField esteja com a propriedade “selected = true” (que é o valor default), caso contrário nada acontecerá.
Fica aí minha dica, até a próxima.
A T-Mobile novamente conseguiu surpreender com sua nova ação viral. Desta vez foi em Trafalgar Square, no centro de Londres.
Nesta ação foram distribuídos para quase todos que estavam presentes microfones para cantarem em frente a um big telão-karaokê! A ação contou também com a surpresa presença da Pink, cantora pop-rock-alternativa (ou algo assim).
Veja:
E este é o vídeo com a reação do público:
Até mais.
O time do Google Japão fez um comercial para promover o Chrome, o browser do Google, na televisão.
Esta nova empreitada foi um teste para que a equipe possa analisar como este meio de comunicação pode extender suas ações online.
Veja o vídeo:

O Garbage Collector é um instrumento que faz parte do flash player.
É utilizado para “coletar” instâncias armazenadas na memória que perderam todas as referências, ou seja, inativas.
Isso ocorre para que espaço na memória possa ser liberado para reutilização, o que melhora a performance de uma aplicação.
O GC não é novidade para desenvolvedores com certa experiência, uma vez que linguagens como JAVA o utilizam também.
Abaixo segue um tutorialzinho para fazermos o teste de GC no flash com AS3:
Crie a seguinte classe com o nome de GarbageCollectionTest.as:
package { import flash.display.Sprite; public class GarbageCollectionTest extends Sprite{ import flash.events.Event; import flash.system.*; public function GarbageCollectionTest(){ //aqui adicionamos um listener para que, toda //vez que houver o evento EnterFrame, será exibido //o total de memória utilizada addEventListener(Event.ENTER_FRAME, enterFrameHandler); } public function enterFrameHandler(e:Event):void{ trace("passando: " + System.totalMemory) } } }
Logo depois, crie um arquivo flash (.fla, ou se preferir fazer no flex, um novo .mxml).
Adicione ao palco um shape qualquer e o converta para MovieClip. Este será utilizado como botão, para isso, dê a ele o nome de instância “botao”.
No 1º frame da timeline, aperte F9 e insira o código abaixo.
import flash.events.MouseEvent; import GarbageCollectionTest; import flash.utils.Timer; var objeto:GarbageCollectionTest = new GarbageCollectionTest() //Este timer é acionado para chamar um função que fica criando //instâncias de MovieClip que ocupam a memória. Entretanto, //como estas instâncias não possuem referência elas ficam //também disponíveis para o Garbage Collector var timer:Timer = new Timer(1,0); timer.addEventListener(TimerEvent.TIMER, timerList); timer.start() botao.addEventListener(MouseEvent.CLICK, cliquei); function cliquei(e:MouseEvent):void{ //aqui iremos anular a instância do objeto para //disponibilizá-lo para o Garbage Collector objeto = null; trace("anulou") } function timerList(e:TimerEvent):void{ new MovieClip(); }
Agora, exporte a aplicação.
Você verá que o trace colocado no evento ENTER_FRAME da classe está rodando. Clique no botão e aguarde alguns instantes, logo depois o evento ENTER_FRAME irá parar… culpa do Garbage Collector!
Baixe aqui os arquivos do teste.
Parece que cada vez mais a realidade está perto da imaginação de Holywood. No último dia 17, no Japão, uma aranha gigante andou pelas mergens de um rio em Yokohama.
A máquina foi utilizada para comemorar os 150 anos de um porto no Japão e pesa 37 toneladas. Veja:
O robô foi criado pelo grupo francês La Machine.
Nos últimos posts tenho falado bastante sobre a técnica de realidade aumentada, que estamos pesquisando lá na empresa.
Resolvi colocar um teste utilizando o modelo 3D (arquivo Collada ) que peguei emprestado do blog papervision2:
-Primeiro, imprima o marker
-Ligue sua webcam
-Clique aqui para abrir a aplicação e posicione o símbolo em frente a câmera para ver o resultado.
Até a próxima.
Lá na empresa estamos fazendo pesquisas sobre o assunto e encontrei várias referências que me ajudaram e acredito que possa ajudar qualquer um que, assim como eu, precise de um bom “get started”.
Antes de mais nada, saiba um pouco sobre a técnica:
Existe uma biblioteca pronta que identifica pela webcam um símbolo criado e posiciona o modelo 3D no local correto.
Esta biblioteca é a FLARToolKit, que foi gerada através da antiga bilbioteca ARToolKit em JAVA, que por sua vez, também foi gerada de uma biblioteca desenvolvida em C.
Com o AS3 em mãos, ficou muito mais viável esta migração, até mesmo por causa da biblioteca papervision.
Baixe aqui o source da FLARToolKit
Grupo de discussão no Google sobre o assunto
Um blog ainda mais mastigado com um bom “get started”.
E o vídeo logo abaixo mostra um case com FLARToolKit e twitter, onde o blogueiro imprimiu o marker na camisa com um código de barras contendo o username do twitter. O legal é que não há necessidade de mudar o marker para cada pessoa, basta trocar o código de barras que é lido pelo flash. Muito louco… veja:
PaperTweet3d: Augmented Reality T-shirts from squidder on Vimeo.
Em breve vou postar alguns testes que tenho feito! Até mais…